Civilization VI

Anunciado uns meros 6 meses antes do seu lançamento, Civilization VI foi uma das boas surpresas de 2016. Prometendo ser o melhor e mais inovador Civilization até à data, este jogo conseguiu cumprir na parte da inovação, sendo que a da qualidade fica ao critério de cada um. Pessoalmente, não consigo comparar. Adorei Civilization IV e gostei de Civilization V quando usei todas as suas expansões e vários mods (era a única maneira do jogo ficar ao nível do seu antecessor). Contudo, Civilization VI tem tanta coisa tão diferente que dificilmente pode ser comparado com anteriores.

A maneira mais fácil de começar a rever este jogo é, sem dúvida, olhar para o seu aspecto visual que está claramente diferente.

 

Um novo visual

A maneira como o jogo lida com “nevoeiro de guerra” é espectacular, dando ideia de que estamos a olhar para mapas antigos que vão sendo coloridos enquanto exploramos, ou que voltam a ficar cinzentos e sem cor, mas com todo o detalhe geográfico, à medida que perdemos a visão para a área em questão.

Contudo, para mim, este é o único melhoramento visual que o jogo tem. Sei que há imensa gente que não se importa com um visual ‘cartoonesco’, ou com um visual estranho, mas a meu ver isso só funciona se o jogo usar isso para sua vantagem, por forma a ser único e de forma a dar uma jogabilidade diferente (ou simplesmente uma emoção diferente). Civilization VI é um jogo 4x, e para este tipo de jogos um grafismo de cartoon não ajuda a manter o espírito, aliás só o torna menos apelativo.

Para mim, em termos gráficos, o jogo fica atrás até de Civilization IV, ou seja houve um retrocesso. Num jogo que tem poucos pontos negativos, teria ficado muito mais interessante se houvesse evolução a nível visual.

Apesar disso, este visual possui um benefício significativo: o jogo pode ser corrido facilmente até em computadores mais antigos.

Civilization VI mapa

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