Criado por Richard Garfield, o criador de Magic: The Gathering, King of Tokyo é um jogo emocionante e divertido onde cada jogador controla uma criatura monstruosa (baseada em filmes japoneses como os da saga Godzilla e King Kong) que terá de combater os restantes jogadores para provar que só ele é o verdadeiro rei e senhor de Tokyo (e só ele tem o direito de destruir a cidade a seu belo prazer).

Por forma a vencer, cada jogadores deve ou tentar derrubar todos os oponentes a 0 pontos de vida ou deve ser os primeiros a obter 20 pontos de vitória. Para isso devem tentar entrar nada cidade de Tóquio pois ganham-se pontos de vitória por começar o turno dentro da cidade. Mas isso torna o jogador um alvo para todos os que estão de fora pois eles vão também tentar entrar. Por cada vez que quem está de fora atacar, a criatura em Tóquio leva dano, e por cada vez que a criatura em Tóquio atacar dará dano a todos os que estiverem de fora. Mas atenção, quem está fora de Tokyo consegue recuperar vida através dos dados enquanto que quem está dentro da cidade já não consegue. Eventualmente o jogador dentro de Tóquio terá de ceder o seu lugar a outro que o ataque, por forma a puder lamber as suas feridas e voltar à carga mais tarde.

O jogo desenrola-se por rondas onde cada jogador joga pelo menos uma vez. Na sua vez de jogar, cada jogador deverá lançar um conjunto de 6 dados um total de 3 vezes, podendo ‘guardar’ alguns resultados entre lançamentos para tentar obter resultados mais favoráveis à estratégia do jogador. Os dados permitem dar dano (o símbolo da pata), recuperar vida (o símbolo do coração), ganhar cubos de energia que permitem adquirir cartas e habilidades no final do seu turno (o símbolo do relâmpago), ou ganhar pontos de vitória com combinações iguais de números (cada três dados iguais dão um número de pontos de vitória igual ao número do dado, e cada dado igual extra para além desses três dará +1 ponto).

Close up de tabuleiro e componentes de King of Tokyo

REVIEW GERAL
Avaliação Pessoal
7
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Engenheiro de profissão e gamer por gosto, João Paulo adora boardgames, RPGs de mesa e computador, RTS e shooters e olha para jogos para uma excelente forma de arte, transmitir emoções e contar histórias fenomenais.