Tempos de ‘loading’ que são um insulto

Como já devem ter percebido, parte das restantes 80 horas perdeu-se em ecrãs de ‘loading’ – não todas. Em média demorava 4 minutos entre iniciar o jogo e finalmente estar a ver a minha personagem. Cada ecrã de loading demorava-me em média 20 a 30 segundos a passar. Uma vez que tínhamos 2 ecrãs de loading cada vez que estavamos a viajar no mapa do reino e entravamos no menu de gestão do reino, ou 3 ecrãs e a travessia de dois mapas se fossemos directamente à capital, é fácil de ver que cada acto de gestão do reino demorava bastante tempo. Já voltar a um ponto gravado demorava perto de 1 minuto.

Mais ainda, por cada vez que tinha um ‘encontro aleatório’ durante as minhas viagens e não conseguia escapar dele, eram mais dois ecrãs de loading. Dado que em média tinha sempre 2 encontros aleatórios cada vez que viagei pelo mapa do reino, entende-se bem o que vou dizer: perdi à vontade 50 horas em ecrãs de loading.

Para dar uma melhor ideia, o meu computador onde joguei Pathfinder aguentou jogos como The Witcher e The Witcher 2 – jogos muito mais pesados tanto e termos de tamanho de mapas como em motor gráfico como em conteúdo de informação nos mapas – e conseguia correr Pathfinder com definições médias. Raramente tive de remover animações ou baixar gráficos por estarem a tornar o jogo lento, e muito honestamente os gráficos de Pathfinder estão absurdamente desactualizados. Contudo os tempos de loading eram os descritos em cima.

Isto só mostra que Pathfinder: Kingmaker está absurdamente mal optimizado, o que por si é mau sinal mas ajuda a cimentar a conclusão final. Já lá vamos.

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REVIEW GERAL
Avaliação Pessoal
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Engenheiro de profissão e gamer por gosto, João Paulo adora boardgames, RPGs de mesa e computador, RTS e shooters e olha para jogos para uma excelente forma de arte, transmitir emoções e contar histórias fenomenais.

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