Prey 2017

Prey é um excelente FPS trazido até nós pela Bethesda e que apesar do nome não é nem a continuação do Prey de 2006 nem faz parte do mesmo mundo nem é um remake. Em vez disso, é um jogo novo e isolado por si só. A única semelhança com o anterior é o nome e de ambos se passarem no espaço.

Em Prey, no jogo lançado em 2017, tomamos controlo de Morgan Yu a bordo da estação espacial Talos. Morgan, e o seu irmão Alex, são ambos cientistas e filhos dos CEO da corporação TranStar, a que detém a estação espacial onde o jogo decorre. O nosso protagonista, que pode ser tanto homem como mulher, decide submeter-se a experiências com uma tecnologia inovadora que ele ajudou a inventar: neuromods. Esta tecnologia é capaz de alterar a mente e o corpo da pessoa para ter traços genéticos desejados. Por, por exemplo, tornar o mais inapto num excelente músico, ou alguém sem estudos num autêntico Einstein. Contudo, a tecnologia só foi conseguida graças a algo terrível que ameaça destruir a humanidade: seres alienígenas chamados de typhon. Estas criaturas, cujas origens parecem ser de outra dimensão, possuem habilidades de imitar objectos, absorver criaturas, teleportarem-se, tomarem controlo de tecnologia, etc.

Controlados por uma inteligência inigualável e que não parece disposta a dialogar, os Typhon eventualmente libertam-se do cativeiro preparado para eles a bordo de Talos e rapidamente começam a tomar conta da nave. Por cada homem e mulher que matam, multiplicam-se no processo. E a grande maioria destes seres consistem em ‘mimics’, criaturas capazes de se transformar em qualquer objecto para emboscar a sua presa.

Mimics em Prey

É nesta situação que Morgan Yu se encontra, tentando não só sobreviver à invasão dos typhon como também descobrir o que aconteceu e como podem estes ser parados. Prey leva-nos para uma emocionante viagem por uma estação altamente detalhada e que teremos de percorrer várias vezes, tanto o seu interior como exterior, num ambiente carregado de inimigos desafiantes onde temos de saber usar todos os recursos ao nosso dispor para conseguir sobreviver.

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REVIEW GERAL
Avaliação Pessoal
9
Engenheiro de profissão e gamer por gosto, João Paulo adora boardgames, RPGs de mesa e computador, RTS e shooters e olha para jogos para uma excelente forma de arte, transmitir emoções e contar histórias fenomenais.

1 COMENTÁRIO

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