Decisões com impacto

Telltale Games é perita em fazer jogos de aventura gráfica cujo propósito é escrever a forma como uma dada história é contada e em Tales from the Borderlands isso ainda se verifica. Em cada episódio somos confrontados com ínumeras decisões, sobre que acção tomar ou como falar com certas personagens. E mesmo coisas pequenas como emprestar ou não um bastão a outra personagem têm impacto no decorrer da história. Para além disso, o sistema de “aprovação” de personagens que não se controlam também existe. Quanto mais uma personagem aprovar das nossas acções ou diálogos, mais favoráveis se tornam essas personagens no futuro da aventura. Existem mesmo decisões que atravessam os diferentes episódios, que quando foram tomadas não pareceram ter impacto significativo mas que noutros episódios à frente vêm a ser importantes.

Em Tales from the Borderlands tudo isto está presente e até ampliado. O jogo está carregado de decisões e escolhas, todas elas com algum impacto significativo, e devido ao elevado número de personagens e impacto que elas têm na história, cada momento de jogo é importante e interessante. E como praticamente todas as decisões têm um tempo limite para serem feitas, é quase impossível largar o jogo mesmo que por uns segundos. No fim do jogo, fica-se com a sensação pretendida: de que realmente tudo o que decidimos teve impacto e que aquela é a nossa maneira de contar a história.

Rhys a ser awesome (dentro dos possíveis)