Veredicto Final

Tales from the Borderlands é um excelente jogo para quem gosta do género dos jogos da Telltale Games (aventura gráfica point-and-click) e para qualquer fã da saga Borderlands.

Inovação: 6 em 10. Em termos de inovação, Tales from the Borderlands não traz nada de novo. As mecânicas são exactamente as mesmas já vistas em jogos como The Wolf Among Us, com a diferença que a maioria das situações onde button-smashing é necessária já têm mais impacto no desenvolver da história.

Gráficos: 7 em 10. Tales from the Borderlands conseguem aprimorar os gráficos que Borderlands 2 e Borderlands The Pre-Sequel nos apresentaram.

Mecânica: 8 em 10. Quando uma mecânica é boa e sólida para um dado tipo de jogo, ela não deve sofrer grandes alterações. Em Tales from the Borderlands a mecânica é a mesma que a usada noutros jogos da Telltale Games, sendo esta adequada ao tipo de jogo. A única falha é a que já aparecia noutros jogos da Telltale Games: a de haver ocasiões (felizmente menos que noutros jogos como The Wolf Among Us) onde as decisões parecem não ter importância ou impacto aparente, e de haver ocasiões onde o ponto de gravação do jogo está tão atrás que somos forçados a repetir muito do jogo.

Conteúdo: 10 em 10. A história que nos apresenta, o caracter dela e das suas personagens, a solidez e consistência bem como a fidelidade para com a saga Borderlands, merece esta pontuação. Há contudo o problema de este jogo requerer que se jogue Borderlands 2 e preferêncialmente também Borderlands The Pre-Sequel. Sem se jogar Borderlands 2, metade do seu conteúdo é perdido por não se entender as referências e as personagens do jogo.

Execução: 8 em 10. Um jogo deste género é sempre difícil de executar mas em Tales from the Borderlands a Telltale Games conseguiu criar um jogo onde sentimos verdadeiramente que estamos a contar a história de uma forma específica, onde o final realmente vai depende de como percorremos a aventura.